O PROTOCOLO
Sem substrato não há resolução. Sem sinal não há fecho. O pack dá-lhe os dois.
Quase toda a gente pensa no ómega-3 como uma forma de «acalmar» a inflamação. A biologia é mais interessante: o corpo tem um programa próprio, ativo, para a resolver — e o ómega-3 é a matéria-prima com que o faz.
Três números que descrevem a saúde moderna — e apontam todos na mesma direção.
o rácio típico de ácidos gordos na dieta ocidental — quando a fisiologia humana evoluiu perto de 1:1.1
a média da população portuguesa, num estudo com 1.126 pessoas. Só quem come peixe três ou mais vezes por semana se aproxima dos 6 %.2
não chega sequer aos 250 mg por dia de EPA + DHA — o mínimo recomendado pelas orientações internacionais.3
Ómega-6 a mais, ómega-3 a menos, e uma inflamação de baixo grau que nunca se desliga por completo. É este o pano de fundo.
E se o objetivo não fosse suprimir a resposta, mas ajudar o corpo a concluí-la?
A resolução é um substrato e um sinal a trabalhar juntos.
Os dois ácidos gordos ómega-3 de cadeia longa do óleo de peixe. São a matéria-prima de que o corpo parte para fabricar os seus próprios sinais de resolução. Sem substrato suficiente, o processo tem menos com que trabalhar.
Mediadores pró-resolução especializados — resolvinas, protectinas e maresinas. As moléculas que o corpo constrói a partir do EPA e do DHA para levar a resposta inflamatória ao seu fim e apoiar a reparação dos tecidos.
Ómega-3 de alta potência como substrato
Resolvinas · Protectinas · Maresinas
Limpeza ativa e regresso ao equilíbrio
Este é o mecanismo descrito pela primeira vez pelo laboratório do Prof. Charles Serhan, em Harvard: a inflamação não se desvanece sozinha — é desligada ativamente por mediadores pró-resolução fabricados a partir do ómega-3.4
Ao contrário da maioria do que se toma, o estado de ómega-3 mede-se de forma objetiva — é o Índice de Ómega-3: a percentagem de EPA + DHA nas membranas dos glóbulos vermelhos.5
Repare onde termina a escala: o intervalo-alvo publicado do Índice de Ómega-3 vai dos 8 aos 11 %.8 Os 8 % são o piso do que é bom, não a meta. Na Vibefarma apontamos aos 10–12 %: a parte alta desse intervalo, e um ponto acima. É um objetivo nosso, não um limiar oficial, e dizemo-lo assim. A média portuguesa fica em 4,82 %.2 Meça de onde parte, dê ao corpo substrato a sério, e veja o número subir.
Mede-se com uma simples picada no dedo — umas gotas, em casa.
Nem todos os óleos de peixe são iguais — e a resolução exige mais do que óleo de peixe. Três coisas nos distinguem.
de concentração de ómega-3 em forma de triglicérido (TG), que o corpo absorve de modo eficiente — não um óleo diluído a 30 %.
construído com LIPINOVA®, uma tecnologia patenteada padronizada em precursores de SPM medidos e quantificados — é o que distingue a nossa gama de pró-resolução. Num ensaio aleatorizado, duplo-cego e controlado por placebo, um óleo marinho enriquecido nestes precursores aumentou de forma mensurável a sua concentração no sangue.7
oxidação total mantida abaixo do limite da Monografia Voluntária GOED, com proteção entérica para que o óleo chegue intacto ao ponto de absorção.6
E quanto ao sinal: um ómega-3 de alta potência dá ao corpo o substrato. Os nossos SPM, construídos com LIPINOVA®, entregam os precursores medidos que o organismo converte nos seus mediadores. Substrato e sinal, a trabalhar juntos.
Ómega-3 de alta potência e fórmulas de pró-resolução, analisados por terceiros — construídos sobre a ciência, não sobre o slogan.
Esta página descreve processos fisiológicos normais e tem finalidade informativa. Não constitui aconselhamento médico. Os suplementos alimentares não substituem um regime alimentar variado e equilibrado nem um estilo de vida saudável, e não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença.
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